O ex-vereador por dois mandatos e pré-candidato a prefeito de Casa Nova (BA), João Honorato (Avante) afirma que fortes evidências e documentos comprovam que a suposta compradora do terreno público que vem causando polêmica no município, pode ter sido usada como “laranja”.

Segundo João Honorato, a venda do terreno público, situado entre o Banco do Brasil e o Bradesco, na área central de Casa Nova, por parte da gestão do prefeito Wilker Torres (PSB), está repleta de irregularidades. A lei para a venda do terreno aprovada na Câmara Municipal teria sido falsificada na sua publicação, a área que vale cerca de R$ 10 milhões de reais foi vendida por apenas R$ 1 milhão e meio e ainda dividido em 18 parcelas.

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E agora, João Honorato obteve documentos que mostram que a suposta compradora da área Mary Rodrigues Figueiredo, tem fortes vínculos com o deputado estadual Walisson Tores, Tum (PSC), irmão do prefeito e poderia ter sido usada como “laranja”. João Honorato questiona: ” A senhora Mary fez uma rifa para angariar recursos para um tratamento médico em sua filha, então fica a pergunta no ar, ela teria dinheiro para comprar um terreno e não teria para cuidar da saúde da filha?”
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De posse dessas novas provas, João Honorato cobra um posicionamento da Câmara de Vereadores, sobretudo, a bancada de situação, que insiste em ser conivente com os desmandos do gestor e já deveria ter instalado uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) e mesmo instaurado um processo de impeachmint, diante da gravidade dos fatos.

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João Honorato também pretende se juntar a outras pessoas como o advogado Paciel Coelho e o pré-candidato a prefeito Anisio Viana (PSDB) em ações junto ao Ministério Público e Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), solicitando a apuração das denuncias e a consequente punição dos envolvidos nas irregularidades.

Ascom João Honorato